Dicas para durar relacionamento



1. Dedicação

O compromisso de cada parceiro com a relação não indica apenas se ela vai durar, mas o nível geral de satisfação de ambos os parceiros.
Vamos encarar: relacionamentos dão trabalho! Ambos precisam estar prontos para trabalhar em conjunto, e não um contra o outro. Dito isto, é importante notar que conflitos não fazem um relacionamento ruim, necessariamente. É através deles que os problemas são resolvidos se ambas as partes estiverem dispostas a trabalhar nisso.
2 Apreciação

Casais que permanecem juntos e felizes não apenas amam um ao outro, eles ativamente apreciam um ao outro. Não me importa o que a Disney diz: amor não é suficiente. Casais bem sucedidos admiram e respeitam os diferentes pontos de vista, valores e objetivos existentes. É uma prática, e isso requer um dedicação diária.
3 Empatia 

Empatia é entender como os outros se sentem a partir de sua perspectiva, ao invés de projetar nossas próprias emoções para a situação. Casais felizes trabalham ativamente para entender e validar os estados emocionais um do outro. Essa atitude aumenta os comportamentos pró-sociais (como o voluntariado, e expressar preocupação). Enxergar além de si mesmo, de vez em quando, é essencial para fazer seu parceiro se sentir significante!
4 Atração sexual

Fomos condicionados a acreditar que a atração desaparece inevitavelmente com tempo. Quando os homens se aproximam da velhice, seus níveis de testosterona diminuem e pode ser mais demorado criar excitação. As mulheres, por outro lado, têm proporcionalmente mais estrogênio e entram no que eu gosto de chamar de “anos ativos”.
Este aumento no desejo, juntamente com o declínio do sexo masculino pode afetar a autoestima e a própria relação. Nesse ponto, a atração torna-se ainda mais importante. A boa notícia é que a química aumenta quando ambos os parceiros compartilham o que os atrai no outro, seja física ou emocionalmente.
5 Companheirismo

Casais felizes gostam de passar tempo juntos. Não, eu não estou falando apenas sentar ao lado do outro enquanto assistem reprises de séries antigas. Para esses casais, tempo de qualidade juntos é uma prioridade.
Claro que às vezes ficamos cansados ​​e queremos apenas descansar junto com nosso parceiro. E não há problema nisso. Mas deve sempre se ter em mente que o tempo de qualidade é essencial em um relacionamento feliz.
Fonte: Mind Body Green

Sinais claros de que você está vivendo uma vida que não queria

Sabe o que mais tem no mundo? Gente infeliz com o que está fazendo da vida. Gente apenas sobrevivendo em vez de viver de verdade. Gente que nunca vai conseguir ter tempo de verdade, pois não há um verdadeiro motivo para se ter mais tempo. Essa foi uma semana de encontrar gente nesse estágio da vida, dura realidade, mas cada vez mais comum. Será que você está nesse estágio? Veja alguns sinais que podem indicar isso.

1 – Segunda-feira é um martírio

Quem acorda na segunda-feira, imaginando que está indo para um velório, sem qualquer disposição de fazer acontecer, tem um dos sintomas clássicos da sobrevivência.

2 – Reclama sem saber o porquê

Tudo está chato? Tudo é um saco? Sem vontade de fazer muita coisa? Você “bufa” várias vezes por hora com aquelas coisas que aparecem no meio do seu dia? Se você está reclamando de tudo, a toda hora, para todo mundo, você está no caminho de se tornar um “walking dead” (zumbi da vida).

3 – O dia não acaba com aquela vontade de quero mais

Sabe quando seu dia termina, você está tão cansado, esgotado e ainda tem um monte de trabalho para ser feito? Será que você sente aquele tesão de fazer um pouco mais, de tanto que gosta do que está fazendo ou não vê a hora de sair pela porta? (eu não estou dizendo que é para fazer cansado, trabalhar mais, estou só perguntando se você tem vontade de fazer isso)

4 – Faz mais coisas pessoais no trabalho que profissionais

Você chega no trabalho, começa a tocar o dia, daqui a pouco começa uma preguiça e ai você começa a procurar coisas sobre seu TCC, faz coisas do seu trabalho extra, procura da sua próxima viagem etc. Fazer coisas pessoais durante o trabalho não tem problema, se forem no tempo certo e no tamanho do bom senso. Agora quando toda hora você foge para o pessoal, certamente, tem algo errado.

5 – Vive procurando outras oportunidades de emprego

Você vive nos sites de emprego mandando seu currículo e buscando outras oportunidades? Esse é um outro sintoma de que algo está errado com a oportunidade atual. Querer melhorar é natural do ser humano, mas será que você tem um foco específico para isso ou está aleatoriamente buscando algo diferente?

6 – Sem tempo pessoal de qualidade

Há quanto tempo você não faz algo realmente de qualidade para você mesmo? Seu tempo pessoal é prioridade ou é raridade? Pessoas que sobrevivem não conseguem encaixar muito prazer na agenda, são apenas levadas pelo grupo em eventos sociais, mas algo que goste de verdade fica em segundo plano.

7 – Sensação de que está faltando algo

Pessoas que estão sobrevivendo, vivem com a sensação de que precisam fazer algo diferente, mudar a vida, dar a guinada, fazer sucesso de verdade. É um pensamento que vai e volta constantemente, mas sem muitas respostas práticas.

8 – Ausência de desafios

Quem não tem um grande desafio para sua vida, algo que realmente motive de verdade, acaba entrando nesse ciclo de sobrevivência. Esse objetivo pode ser algo profissional como um novo projeto, uma meta desafiadora ou algo pessoal, como um curso, uma certificação, um empreendimento etc.

9 – Foco no presente, futuro incerto

Esse é um conceito para um artigo sozinho, mas o resumo é que muitas pessoas só conseguem enxergar o hoje e nem querem imaginar o que será amanhã. Vivem o presente até ele se esgotar, sem criar um futuro que permita uma vida plena. A vida está tão no automático que essa construção do amanhã não é muito levada em consideração.

Agora, avalie quantos dos sintomas acima estão na sua vida? Se for mais de três, é hora de ligar o farol amarelo; mais de cinco mostra que você está no farol vermelho e precisa fazer algo urgente por você. Lembre-se de que a vida é curta demais, use o seu tempo construindo coisas que tenham importância.

Gorda feliz existe sim 

Contestando a ideia de que ter um corpo gordo é sinônimo de tristeza, mulheres rompem preconceitos e transformam a pressão social em incentivo para a autoaceitação

Reprodução/FacebookReprodução/Facebook

É comum ouvir as expressões “gordinha”, “cheinha” ou “fofinha” quando pessoas querem se referir a uma mulher que está acima do peso idealizado pela sociedade. Definidas socialmente como fora do padrão estético do corpo feminino, muitas mulheres têm passado por um processo de empoderamento, ao se questionarem sobre visibilidade e representatividade dos seus corpos, e preferem ser chamadas de gordas. Desmistificando a ideia de que ter um corpo gordo é sinônimo de tristeza, mulheres têm se tornado protagonistas em romper preconceitos e transformam a pressão social em incentivo para a autoaceitação.

Em uma pesquisa realizada pela revista Marie Claire, intitulada “Por que o mundo odeia as gordas”, estatísticas revelaram que 52% das leitoras acham que é pior engordar 15 quilos do que reduzir o salário em 30%; 37% ficam incomodadas vendo uma mulher gorda comer hambúrguer com batatas fritas e 66% admitiram já ter feito um comentário maldoso ao ver uma mulher gorda usando biquíni. Dados como esses incentivam ainda mais a luta constante das mulheres por mais aceitação e respeito. 

“Gorda e feliz”, é assim que a estudante Daniela Martins, 21, se define. Ela relembra que durante sua adolescência um episódio foi marcante para que ela aceitasse que ser gordo não deve ser sinônimo de depressão. Aos 14 anos, os amigos do colégio decidiram ir à praia e, na época, ela cogitou não comparecer ao passeio por causa do seu corpo. “Era muito difícil usar um biquíni porque todo mundo era magro e eu me achava feia”, disse. 

Sete anos depois, Daniela ainda lembra: uma amiga falou que ela ia voltar para o meu habitat natural, referindo-se ao mar. “Eu decidi ir à praia e até hoje uso biquíni porque eu me sinto bem dessa forma. Sempre gosto de rebater comentários preconceituosos e ficar bem porque se eu ficar triste, é muito pior”. Seja através da imposição da mídia ou por meio de comentários incovenientes, muitas vezes o esforço para emagrecer é mais pesado que o próprio corpo.

Apesar de não conter nos dicionários tradicionais, o termo gordofobia é utilizado para categorizar a repulsa, o nojo e sentimento de raiva de uma pessoa gorda. No livro ‘Erotismo e Mídia’ (2002), os autores Francisco Camargo e Tania Hoff explicam que o corpo veiculado nos meios de comunicação não são os corpos de natureza, mas a representação de um ideal estético. Como consequência, algumas pessoas tendem a negar a liberdade das mulheres e homens serem felizes com um corpo gordo.

“As pessoas sempre repetem a mesma coisa. Me mandam fazer uma dieta poque dizem que tenho um rosto lindo, mas um corpo feio. Eu sempre questiono, feio pra quem? Porque eu me sinto bem assim, pra mim ele é lindo e isso basta”, contou Daniela. Ela explica que não se sente pior porque está acima do peso e fora do padrão estético. É o que também pensa empresária e ativista Cintia Farias, 23, que diz se apoiar em pensamentos positivos e na autoestima para continuar se amando.

“Dificilmente eu tenho vergonha de usar algum tipo de roupa por causa de comentários alheios. Às vezes eu sofro com isso, mas consigo driblar. Me amo cada dia mais”. Para ela, as mulheres cansaram de seguir um padrão imposto e agora buscam, em primeiro lugar, a felicidade. “Eu acho que o movimento feminista está nos salvando cada vez mais, porque nossa causa é falada e nossas referências são outras”, afirmou. 

Na contramão do preconceito, mulheres gordas se unem por respeito

Na Internet e nas redes sociais, o panorâma não é diferente. As mulheres se unem no universo online e trocam mensagens, dicas e textos que ajudam no processo de aceitação e empoderamento feminino. No Facebook, a página “Coletivo Gordas Livres”, com quase dez mil seguidores, tem o objetivo de debater a desconstrução de estereótipos e distorções sobre a mulher gorda, além de discutir e combater a gordofobia de forma horizontal.

A universitária Daniela Martins também possui uma postura combativa nas redes sociais e diz que não liga para comentários gordofóbicos. “Eu gosto de publicar minhas fotos de biquíni ou mostrar o meu corpo, porque gosto dele e as pessoas podem até opiniar sobre isso, mas eu não vou agir de acordo com a vontade de ninguém”. Dona de uma autoestima revigorante, ela diz que o retorno positivos de outras meninas sobre as postagens é gratificante.

Em suas músicas, a funkeira niteroiense MC Carol gosta de falar sobre aceitação de seu corpo e respeito perante as imposições da sociedade. Recentemente, em uma publicação no Facebook, Carol questionou a associação de ser plus size a uma doença, enquanto pessoas magras também sofrem com problemas de saúde e isso é pouco falado.

“Então eu pergunto: será que a saúde está diretamente ligada ao formato do seu corpo? O meu ponto aqui é mostrar que a bandeira que eu levanto é da autoaceitação. Gordas ou magras podemos ter doenças e morrer, podemos trabalhar, podemos nos casar ou não, e ser felizes sem os padrões que a sociedade impõe pra gente. Quero apenas provar que ser gorda não é sinal de depressão, limitação ou qualquer outra coisa negativa”, argumentou na postagem. 

Moda Plus Size

Na época da Renascença, por volta dos séculos XV e XVI, grande parte das pinturas retratavam o corpo feminino de forma farta, com seios grandes e pernas largas. Com a chegada da Idade Moderna e a maior valorização da razão e da ciência, o corpo passa a ser retratado de forma mais funcional, com traços magros. No Brasil, durante o início da década de 1970, o corpo excessivamente magro das modelos começou a ditar a moda feminina e ganhou espaço na mídia. 

Constratando com “a medida certa” dos manequins estampados nas lojas, o ramo das modelos plus size está numa crescente no Brasil. Em 2014, Pernambuco sediou o primeiro concurso estadual Miss Brasil Plus Size no Nordeste. Como em um concurso de moda tradicional, jurados avaliaram a performance das modelos nos quesitos charme, elegância, beleza de rosto e corpo, desenvoltura e simpatia.

A vencedora do concurso e 1º Miss Plus Size do Nordeste, a recifense Babi Luz, conta que sempre foi gorda e desde a adolescência desejou participar de eventos de beleza, mas a resposta era sempre a mesma: “emagreça”. “Quando apareceu a oportunidade de participar do concurso, a minha cabeça mudou completamente. Eu comecei a me aceitar e ganhei a oportunidade de viver, porque antes eu só existia”, explicou.

Para ela, uma das maiores felicidades atreladas à participação no prêmio foi a oportunidade de se sentir sensual com roupas antes não usadas, por vergonha do corpo. “Hoje eu uso vestidos curtos, blusas sem manga e me sinto muito feliz com meu corpo e isso não quer dizer que não estou saudável”.  

Em outubro deste ano, a jornalista e blogueira Juliana Romano, 28, foi a primeira plus size a posar para a Playboy Brasil. Ela estampou a revista na seção ‘Mulheres que Amamos’. A proposta eram fotos somente de lingerie e uma entrevista sobre o trabalho da blogueira. 

Em sua coluna para o site Brasil Post, Romano chegou a pensar que o convite era uma brincadeira. “Eu fiquei orgulhosa de ter sido a primeira mulher gorda a sair na Playboy do Brasil. Quando chegou um e-mail, eu dei risada porque eu não me vejo – e nunca me vi – como uma mulher sensual e sair assim era impensável para mim”. 

Após ser a vencedora do concurso, Babi Luz conta sobre as mudanças na sua vida. Ela agora faz fotos, é agenciada e regularmente recebe convite para participar de eventos de moda. “Hoje eu não sofro, mas entendo que existem pessoas mais sensíveis e se eu puder levantar o astral delas falando sobre meu processo de aceitação, com certeza, eu farei. A gente precisa aprender a amar cada gordurinha que temos”.

Fonte http://www.leiaja.com/noticias/2016

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Posições sexuais 

Sexo plus size: posições excitantes e confortáveis para as gordinhas

Especialistas em sexualidade listaram 13 posições que unem prazer e conforto para quem está acima do peso

Confiança%3A ela é o segredo para se sentir à vontade e disposta a ousar no sexo%2C independente do peso

Sexo não tem – e não precisa ter – um tamanho ideal para poder ser curtido plenamente pelo casal. Ao contrário: quanto mais rótulos a relação tiver, maiores são as chances de frustração, pois as coisas nunca funcionam do mesmo jeito para todos.Com as mulheres que estão acima do peso ou se sentem gordinhas demais para transar e para se expor ao parceiro, vale o mesmo: nada deve ser proibido.

Veja a seguir as posições sexuais mais gostosas e confortáveis para quem está acima do peso:

A dificuldade para sentir prazer, portanto, não é exclusividade de quem está fora dos padrões de beleza, já que a falta de desejo sexual não enxerga cor, raça ou peso.

“Mulheres mais magras também podem ter os músculos da região pélvica mais flácidos, o que compromete o prazer”, completa a fisioterapeuta e sexóloga Fabiane Dell.

O primeiro passo é se libertar da ideia de “sexo ideal” e aprender a aceitar e amar o próprio corpo, com suas qualidades e defeitos. A sensualidade, que está ligada à maneira como a mulher se enxerga todos os dias, deve ser trabalhada também fora da cama, no dia a dia.

“Essa mulher precisa aprender a se gostar o tempo todo, para estar à vontade na hora do sexo. Ela tem que gostar de ser admirada e desejada, mas com naturalidade, sempre. Senão, ela vira um personagem na hora de transar, e aí não sente prazer”, ressalta Fátima .

Pequenas atitudes e mudanças na postura são suficientes para que qualquer mulher conquiste a sensualidade. De acordo com os especialistas, tudo começa por amar o próprio corpo e realçar as qualidades dele, mas não para por aí.

“Hoje, já existem marcas de lingerie que confeccionam peças lindas em tamanhos especiais, para que a mulher se sinta ainda mais sexy na hora da relação e brinque com algum fetiche, por exemplo”, comenta Fátima Moura. Vale até brincar com a iluminação do quarto, se a mulher preferir um ambiente a meia luz.

A sexualidade é mais um ponto que deve ser trabalhado nesse processo.

“Ela tem de se conhecer, saber que carícias dão mais prazer e como ela gosta de ser tocada, para poder compartilhar sua intimidade com o parceiro”, observa Fabiane Dell. Pela dificuldade em aceitar o próprio corpo e a baixa autoestima, algumas gordinhas se retraem e evitam qualquer contato íntimo, o que acaba minando a libido.

Desconforto: alternativas

Quem tem pouco condicionamento físico, que é uma das causas do desconforto sexual, pode sentir uma dificuldade maior para manter o ritmo intenso da relação em uma única posição. Como o corpo não está preparado para realizar grandes esforços, o cansaço e a dor nos músculos se transformam em uma barreira após alguns minutos de empolgação.

“Se o parceiro tiver um preparo físico melhor do que o da mulher, o ideal é pensar em posições em que ela realize menos esforço e fique mais confortável, para facilitar a penetração e o orgasmo”, sugere Fabiane Dell. Segundo a sexóloga, uma ideia é que a mulher fique deitada de barriga para cima e com as pernas erguidas, com o parceiro por cima, garantindo o máximo

Outra posição em que as chances de atingir o orgasmo são maiores é a de quatro, com o homem penetrando a mulher por trás e, mais uma vez, controlando os movimentos e poupando muitos esforços físicos por parte da parceira. Se o calor for um problema constante, por conta do esforço, a solução é simples e rápida: vale deixar as janelas do quarto abertas ou até investir em um ventilador portátil, para melhorar a circulação de ar no ambiente.

“É fundamental que exista parceria e diálogo entre o casal, para que a mulher se sinta à vontade para contar ao parceiro sobre vontades, desejos, melhores posições e também revelar o que a incomoda ou machuca na hora do sexo”, conclui Fabiane Dell.

Fonte http://delas.ig.com.br

COLEÇÃO DE FLORES MAISON SPA

Estilista  Carla Folloni que  preza pela elegância, qualidade  do seus produtos da grife Maison SPA tem  na sua nova coleção de alto verão  flores que normalmente  e associado ao romantismo, alegria  e nos reflete coisas boas,  este colorido forte, cheio de vida  que estão bombando  são a principal estampa do alto verão 2016. E você pode investir, pois o print permanecerá forte para as próximas estações.😉

Estampas de flores da grife Maison SPA esta fazendo  a cabeça de muitas mulheres, com suas cores e modelos moderno que deixam qualquer visual mais fashion e alegre. São versáteis e perfeitas para qualquer ocasião ou ambiente.

Você mulher chic  e bem resolvida podem encontrar essa estampa do  manequins 44 ao 58, nos endereços .

Unidade Perdizes

Rua Doutor Homem de Melo 438 Perdize

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Unidade Moema:

Rua Graúna, 332

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Unidade Jardins:

Alameda Ministro Rocha de Azevedo, 1076

Atendimento de Segunda à Sexta das 10h às 19h e Sábados das 10h e 17h

Site: www.maisonspa.com.br

 

ALGUMAS PEÇAS DA NOVA COLEÇÃO MAISON SPA.





As atrizes estão arrasando  no floral

Os florais do verão 2015   Lançamentos e looks da estampa mais bombada  do verão

Os florais do verão 2015   Lançamentos e looks da estampa mais bombada  do verão

VAI TER GORDA NA PLAYBOY

Blogueira plus size Ju Romano adianta ensaio sensual: ‘Primeira gorda na ‘Playboy’ e com celulites aparecendo’
A edição deste mês da “Playboy”, que chega às bancas no próximo dia 25, terá uma novidade: na sessão “Mulheres que amamos”, a estrela será a blogueira plus size Ju Romano que, em seu site, deu uma amostra do ensaio. “Fiquei orgulhosa de ter sido a primeira gorda a sair na ‘Playboy’, fiquei feliz de descobrir um lado meu que eu achava que nem existia e fiquei ainda mais feliz de poder representar todas as gordas que também não se sentem sexy por algum motivo. Essas fotos são pra vocês meninas, para que vocês nunca duvidem de si mesmas, para que vocês acreditem que podem ser lindas e maravilhosas com o corpo que tiverem”, comemorou ela, que mostrou a foto com e sem tratamento.

Num post em seu blog, Ju Romano contou como foi o contato da revista. Segundo ela, a proposta foi feita por e-mail. “Não dei risada pelo convite em si, mas porque eu não me vejo – e nunca me vi – como uma mulher sensual e sair assim era impensável para mim”, comentou ela, que recebeu o apoio de uma amiga que estava ao seu lado na hora. “A Marcinha me fez repensar. Eu luto há mais de 9 anos para que a mulher não precise da aprovação de ninguém, eu sou feminista a ponto de saber que eu não preciso ser nada para agradar a homem nenhum, mas eu também luto para que a sociedade olhe a mulher gorda como uma mulher normal, que as pessoas encarem uma mulher gorda da mesma forma que encaram uma mulher magra e um dos meios para conquistar isso se chama representatividade.

Segundo ela, as mulheres merecem todas o mesmo espaço. “É colocar a gorda em revistas, em seriados, em filmes… E não só como a gorda coitadinha ou alívio cômico, é colocar a gorda como uma mulher empoderada, bem sucedida, amada, desejada, confiante e de forma positiva, provando que a gorda não tem que se esconder e que faz parte sim da sociedade, como qualquer outra mulher com qualquer outro formato de corpo”.

Ju Romano ainda relata que, no dia de fazer as fotos, ficou precoupada, e chegou a comentar com a repórter que a acompanhava que não sabia ser sexy “no estilo ‘Playboy’”. “Ela me falou, ‘Ju, queremos que você seja você mesma, com a maior naturalidade possível, como se você estivesse em casa mesmo, do jeito que você fica. Você pode não se ver sexy, mas existem vários tipos de sensualidade que vão além daquelas fotos fazendo caras e bocas…’.
Para superar essa insegurança, Ju Romano diz que não encarnou nenhuma personagem: “Não precisei fazer ‘a mulher que quer conquistar um homem’, eu apenas estava lá de boas sendo eu mesma. E para todas as meninas que mostrei a foto a reação foi a mesma: caraca que linda, que foda, amei, vai ter uma gorda da ‘Playboy’… Nenhuma se sentiu ofendida, pelo contrário: elas acharam muito legal mostrar que a sensualidade não está só em ter uma calça 36 ou ter peitão(duas coisas que eu definitivamente não tenho) e um corpo fora dos padrões pode ser tão desejado e enaltecido quanto tantos outros”.
A blogueira quis destacar ainda que suas fotos receberam poucos retoques: “Quando me mandaram as fotos finais, com quase nada de Photoshop, com as minhas gordurinhas marcando a lingerie, com as minhas celulites aparecendo, eu olhei e pensei: caraca, talvez eu seja sexy e eu só não consiga me enxergar desse jeito porque aprendi desde sempre que eu tinha outras qualidades incríveis, mas que ser sensual não poderia ser uma delas ja que meu corpo não é padrão”.
Fonte Jornal Extra 

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