OSASCO FASHION WEEK

Ola pessoal, hoje trouxe uma novidade fui convidada para… Pela primeira vez a cidade de Osasco, receberá entre os dias 12 a 16 de Julho de 2017, Ai que tudo!!!
Inovando e mostrando a força do comércio regional Terá um dia dedica so para nós PLUS SIZE, Sexta feira dia 14-07  e você está esperando o que para adquirir seu convite?

Movimentando toda a cidade, a OSFW trará uma mescla de glamour e tendências, que serão apresentadas em desles surpreendentes, sendo realizados por marcas consolidadas no mercado e estilistas renomados nacionalmente e internacionalmente, além de criar oportunidades e inserção de novos talentos, que buscam ingressar no mundo da moda.

Entre no site osascofw.com.br garanta seu convite e acompanhe nossa programação 

 

Programação

Quinta-Feira 13/07
Abertura

18h00 – Abertura com o Prefeito de Osasco Rogério Lins 

 

Sexta-Feira 14/07 – DEDICADO AO PLUS SIZE 
Abertura

14h00 – Abertura

Desfiles

16h00 – Meu Formato

17h00 – Alex Santos

19h00 – Francilene Perez

20h30 – Lupo

22h00 – Alessandra Senna

Eventos Oficiais

14h30 – Desfile Externo – SuperTubes

15h00 – Bate-Papo com a blogueira Annie Ferreira

16h30 – Desfile Externo – Mariana Queiróz, Jéssica Ferreira, Kaique Salles e Larissa Almeida

17h00 – Palestra – Tendências verão 2017/18

por Fernanda Limma

18h00 – Desfile Externo – Rhythim

19h45 – Palestra – Mercado Plus Size no Brasil por

Dany Rudz

Exposição Dingos Del Barco

Seven Music

 

Fan Page Osasco Fashion Week

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VENCENDO PRECONCEITO

Da mesma maneira que estamos em uma era de grande exposição pessoal, vivemos também um momento perigoso e cruel de busca por uma perfeição que nem mesmo existe. A autocobrança por um corpo dentro do padrão, embora nem saibamos exatamente que padrão é esse, é tão grande que as pessoas, especialmente as mulheres, editam algumas fotos ou simplesmente evitam cenários como praias e piscinas, para que seus corpos não sejam mostrados.

Por esse motivo, quando alguém rema na direção oposta do que é esperado, precisamos aplaudir e esperar que a diversidade se torne comum e ocupe o lugar da busca incessante de um ideal de aparência física cada vez mais padronizado.

A verdade é que seres humanos são diferentes. Temos cor de pele, tipo de cabelo, altura, peso, cicatrizes diferentes. Além do que está do lado de fora, nossas experiências individuais contribuem também para a nossa aparência, então a comparação entre a beleza de uma pessoa e a de outra, além de injusta, não faz sentido.

Foi pensando justamente nisso que Jazzy, que tem um perfil no Instagram para divulgar mensagens positivas sobre imagem corporal, postou uma foto na qual aparece de biquíni ao lado do marido. Veja:

Na legenda da imagem, ela conta que, ao longo dos anos, está ao lado de um homem que ama cada curva, cada “pneu” e cada estria de seu corpo e que, por muito tempo, ela demorou a entender como isso era possível.

“Como ele poderia amar algo que não é ‘perfeito’? Como um homem que nasceu ‘em forma’ poderia amar alguém como eu? Eu não tenho um abdômen sarado, eu ando de forma desengonçada”, disse ela, que completou: “Mas agora eu vejo que tenho um corpo ‘perfeito’! Cada ‘pneu’, cada curva e cada estria existe em mim perfeitamente para nos fazer feliz! Eu amo o meu corpo e finalmente vejo por que ele ama também!”. A postagem viralizou, e nós achamos que foi pelo melhor motivo possível. Cada pessoa é perfeita do seu jeito. E é isso que deveria guiar nossa vida e nossos julgamentos.

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Eu sou assim

Não tenho dúvida quanto ao caminho escolhido. Eu, do fundo do meu coração, tenho um orgulho absurdo de ser quem eu sou. Não vou dizer que é fácil, e que nunca deu vontade de desistir, mas vale muito mais a pena continuar. Tenho orgulho de conseguir transformar tudo o que dói em mim em aprendizado, fortalecimento, ao invés de encher a cara, me drogar ou simplesmente fazer de conta que nada está acontecendo, que nada me atinge e eu sou superior a dor. Dói mesmo, eu me apaixono mesmo, eu sou intensa mesmo, eu me ferro mesmo, às vezes eu ferro as pessoas mesmo. Tudo é bom, tudo é vazio, tudo é bom de novo. Viver é um absurdo e não dá pra passar por isso tão ileso. Eu prefiro ter histórias pra contar e como não dá pra fazer rascunho mesmo…Tenho orgulho de ter construído um mundo onde qualquer pessoa, da mais incrível à mais idiota, possa virar personagem. E de ter construído um mundo onde todos os sentimentos viram enredos com trilhas e a direção de arte certa. Nesse mundo, eu vivo bem escondida e protegida.Ou vocês acham mesmo que eu sou inconseqüente e construiria um castelo tão escancarado sem ter pensando na fortaleza perfeita para mantê-lo intacto?” 

Tati Bernardi
Há bem vindos!
kisses
volte sempre =D

QUERO SER MODELO PLUS SIZE

DICAS PARA SER MODELO PLUS SIZE

10 dicas para ser modelo Plus Size

1. Ser modelo Plus Size em primeiro lugar precisa ter estilo,tem que vestir bem no mínimo tamanho 44,é necessário ter carisma, simpatia e beleza. É uma profissão séria, com direitos e deveres. E isto quer dizer responsabilidade.

Obs. Hoje já dizem que a partir do manequim 42 a mulher é plus size, me desculpem não concordo, mulher  que usa manequim 42 encontra roupas em qualquer loja não tem dificuldade de se vestir. Pra mim isso é papo de estilista preconceituoso que não gosta de criar roupas para nos mulheres realmente plus size. Ser modelo é como qualquer outra profissão tem que ter dedicação e disponibilidade. 

2. Cuide de sua imagem.cabelos precisa estar sempre hidratados e bem cuidados, como as suas unhas pés e mãos sempre bem feitas e sua pele bonita e bem cuidada.

Obs. Meninas não existe profissão que você não precise investir primeiro, em cursos, ler mais, fazer pesquisas,, não tem como se tornar uma profissional sem cuidar do visual, vivo ouvindo mulheres   dizendo que não tem dinheiro e nem tempo pra se cuidar,  mas que querem ser modelo… Como assim? Isso não existe, primeiro investe e depois vem o retorno.

 

3. Você é sua marca registrada. Cuide dela.

OBs. Cuide do seu nome, se valorize, cuidado com que posta na rede social , as marcas e lojistas ficam de olho…  Claro que eles não vão convidar uma modelo para seu catalogo, se ela vive escrevendo besteiras nas redes sociais.

4. Tem que fazer seu Book, é muito importante ter um book profissional mas com um bom profissional da área.

OBS. Book é essencial, sabemos que agencias oferecem books super caros, pesquise muito antes de fazer,  não quer dizer que book caro vai trazer ou não mais trabalho ou que seja melhor que de outro fotografo, o importante é fazer book no estúdio com fundo branco e as fotos precisam ser o mais natural possível, nada de exagero no photoshop . 

5. Desenvolva a maior arma do ser humano: o diálogo. Aprenda a falar e… ouvir.

OBS.  Modelo precisa saber se comunicar, muitas das vezes somos pegas de surpresa, com reportes ou entrevistas com perguntas sobre a moda plus size, ou o que quer dizer modelo plus size e etc… Pesquise, leia bastante, não pague mico.

 

6. Seja profissional. Responsabilidade, pontualidade e educação não fazem mal a ninguém.

 

7. Tenha a humildade de aprender a cada dia uma coisa nova. Se você é “TOP”, redobre os cuidados. Você sabe como foi difícil subir. Agora, cair é fácil, muito fácil!

Obs. Humildade é maravilhoso, pessoa reconhecer que para chegar no topo foi com trabalho e muito dedicação e nao adianta esnobar as outras gordinhas que sonham em ser modelo.

 

8. Desenvolva uma “insatisfação positiva”, de querer mais, de melhorar sempre. 

Obs. Faça cursos de passarela, leia veja videos de desfiles, procure se aprimorar, veja fotos de modelos profissionais copie poses, como dizia  velho Chacrinha, NADA SE CRIA, TUDO SE COPIA.  

 

9. Sua profissão é altamente competitiva. Competitividade vem de competência e competência não é algo que “a gente tem e pronto”. NÃO. É algo a ser desenvolvido e renovado todos os dias.

Obs. Quando comecei não tinha essa concorrência, eram meia duzia de modelos plus size, isso a 8 anos atrás.  Hoje você tem que se preparar estão surgindo muitas plus sizes, novinhas e lindíssimas, sabemos que os clientes ficam com mais opção, mas se voce se preparar e correr atrás consegue fazer trabalhos como modelo plus size.

10. Cuide da parte psicológica. No Brasil ainda não dá pra viver só de modelar,  não se ganha muito dinheiro desfilando ou fazendo fotos aqui.Temos que ter uma boa cabeça para não cair em depressão por não haver muitos trabalhos para modelos Plus Size. Gostaram?

Obs. Poucas modelos ganham dinheiro como modelo plus size, a maioria ganha permuta, e outras simplesmente nada, e aceitam o  trabalho para elevar sua auto estima.Isso não é bom, porque os clientes se acostumam e não querem pagar mesmo quando a modelo já é famosa . Se é uma trabalho , com dedicação devemos ser bem remunerada. Brasil existe muito preconceito contra nos e muitos lojistas não dão devido valor.

By HELENA CUSTODIO  

Primeiro passo pra quem quer ser modelo é fazer o Book com bom profissional

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ARTESÃ DE MODA PRAIA PLUS SIZE

Muitas pessoas ainda defendem a ideia de que  gordinha não deve usar biquíni. A televisão e os editoriais de moda acabam impondo um padrão de beleza que não corresponde à realidade, reforçando um sentimento de insegurança e não aceitação do próprio corpo entre as mulheres.

o corpo do verão é o SEU corpo, qualquer corpo. Então se você está acima do peso, pode SIM usar biquíni. Ainda bem que hoje em dia temos muito mais opções, né?

Tenho uma amiga do Facebook que cria lindos biquínis e maios para nos plus size , a Artesã Lucimar Ferreira 

Aqui tem algumas fotos de lindas peças que ela criou.

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Preconceito Inconsciente e Respeito.

Gostaria de compartilhar com vocês um fato ocorrido comigo que me incomodou. O preâmbulo é longo, mas importante para que percebam toda a situação.

Faço uma disciplina voltada para as biopolíticas do corpo e o mundo contemporâneo. A maioria das pessoas da sala são dançarinos, atores, educadores físicos, fotógrafos, jornalistas e eu, que além de estudar o mundo plus size em seus aspectos dentro das redes sociais, sou a única gorda da sala. Até aí tudo bem, pois sempre nos tratamos com respeito mútuo, principalmente em relação as nossas pesquisas.

Nesta disciplina, estamos estudando sobre o tema “Pós Verdade”. Fatos que estão acontecendo em nosso governo e em outros países, ou seja notícias plantadas, inventadas e que após várias replicações nas mídias se tornam complicadas de desmentir, se tornando uma verdade quando há um interesse por detrás da informação posta.

Um dos pontos que estávamos discutindo é: uma falsa informação é passada. Fulano acusa Beltrano de alguma coisa (que não existe, inventada). Acontece que hoje em dia, Beltrano tem que provar que Fulano mentiu, e não ao contrário, ou seja, Fulano que acusou deveria ter provas desta denúncia. Atualmente isso não ocorre… …  vide o exemplo de nosso atual governo.

Entendida a situação, percebam bem a pergunta com exemplos hipotéticos do colega que se graduou em educação física disse:

Colega: – “Então quer dizer que se eu acusar que ela me xingou (aponta para a colega); ela me deu um tapa na cara (aponta para outra colega); e ela (apontou para mim) roubou minha coxinha. Elas que terão que provar que eu estou mentindo?”  

Professora: Sim… etc…  etc… explicou com base no conceito de pós-verdade.

Olha que situação simples e hipotética que o colega me colocou em relação a “pós-verdade”: como provar que eu, gorda, não roubei a coxinha do magro fitness da sala de aula?

Me senti incomodada com o simples exemplo dele. Só porque eu sou gorda, tenho que roubar a coxinha????? Sei que é um exemplo extremamente artificial, e o que aconteceu foi o inconsciente dele se manifestando. Vejam só: Ele sabe que pesquiso políticas do corpo gordo, que defendo a diversidade de corpos e ele, mesmo assim, usou inconscientemente um exemplo gordofóbico.

Volto a dizer que ele usou um exemplo subjetivo, sempre me tratou com respeito, mas de maneira inconsciente acabou afetando o próximo.

Por que a gorda da sala tem que roubar a coxinha???? No exemplo que ele deu poderia ter roubado outra coisa? Ou mesmo tê-lo xingado, ou dado uma tapa na cara dele?  Eu poderia ter roubado uma caneta? Carteira?… sei lá. E se eu fosse negra? Será que se eu roubasse a caneta ou carteira iria ser diferente? E se eu fosse negra e gorda???

Não vou condena-lo. Não vou berrar ou gritar. Não vou apontar o dedo na cara dele. Pois sei que ele agiu de maneira inconsciente pelo fato de eu ser fisicamente diferente dos demais colegas e fui inconscientemente estereotipada.

Existe uma consciência coletiva que massifica nosso pensamento em padrões. O fato de que pessoas gordas comem demasiadamente é um exemplo desses. O resultado da fala do colega é um conjunto de informações midiáticas herdadas de uma sociedade que não aprendeu a lidar com pessoas diferentes, deste modo, desrespeitando-as. Até então ser negro, gordo, homossexual, mulher, ter uma religião diferente, deve-se permanecer invisível na sociedade. Estamos iniciando agora mudanças sociais em relação as pessoas gordas.

A fala do colega representa o preconceito inconsciente, ou seja, seu livre arbítrio faz com que mesmo uma pequena e simples decisão represente todas as informações coletivas herdadas socialmente que recebeu ao longo do tempo. Essas informações preconceituosas, já estão registradas no inconsciente.

Uma pequena ação ou fala que ele proferiu, poderia ter causado um enorme transtorno em sala de aula. Se eu não tivesse o conhecimento necessário para entender que o colega faz parte de um processo social preconceituoso vivido até hoje, iria sair discutindo e desviar todo o foco central da disciplina. O preconceito inconsciente é uma discussão muito séria.

A luta dos militantes anti-gordofobia é exatamente combater essas informações sociais e midiáticas. Devemos mudar a sociedade com ações de inclusão e respeito, com as indiferenças sem agressões físicas ou palavras mal educadas, mas sim demonstrando em nossos atos e vozes sociais a capacidade e igualdade que nós, gordos, negros, deficientes, mulheres e homossexuais temos.

Publicado por: Patrícia Assuf Nechar –  Doutoranda em Comunicação e Semiótica. Mestre  e Pesquisadora do Movimento Plus Size e Corpo nas Redes Sociais.

ANITTA TEM BAILARINA GORDINHA

BAILARINA PLUS SIZE DE ANITTA, THAIS CARLA

Anitta apresenta as novas bailarinas plus size em gravação do

Thais tem 25 anos e uma filhinha de 7 meses. Ela é casada há dois anos com o fotógrafo baiano Israel Reis, de 23, e dança desde os 4 anos de idade. A bailarina ficou conhecida depois de vencer o quadro “Se vira nos 30”, do “Domingão do Faustão”, em 2009, quando se apresentou dançando. Na ocasião, ela faturou R$ 15 mil. Thais também trabalhou como bailarina do programa “Legendários”, de Marcos Mion, por quatro anos.

Thais fala ao jornal Extra “Se não fosse pela minha família, eu não ia continuar a dançar e já tinha desistido. Não podia ir aos testes porque não tinha perfil. Venci preconceitos. E agora, com a Anitta, estou ali de igual para igual, dançando como qualquer bailarina que ela tem”, afirma.

Thais esta orgulhosa das suas curvas e fez um ensaio nua com o marido e também já posou sozinha sem roupa para uma campanha contra a gordofobia

Thais fez ensaio nua contra a gordobofia

 

Thais Carla pesa 140 kg